A alta foi menor do que a registrada em 2009, quando os volumes subiram 67% sobre 2008, para 1,83 milhões de veículos. A partir de agora, a expectativa é de avançar a um ritmo mais lento com a retirada de desonerações fiscais.
Fim dos incentivos
As montadoras instaladas na China já esperam uma desaceleração no ritmo de vendas em 2011. Este ano o governo chinês já aumentou de 7,5% para 10% o imposto para veículos pequenos. Alguns subsídios rurais, que começaram em março de 2009, logo após o início da crise financeira, também foram cancelados.
Outra medida que deve reduzir o avanço da indústria automobilística no país asiático é o estabelecimento de um limite mensal de emplacamentos para Pequim, de 20 mil veículos. O objetivo da legislação é viabilizar o tráfego da cidade e reduzir a emissão de poluentes.
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