F GUIAUTO: Mercado nacional quer ser mais competitivo

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Mercado nacional quer ser mais competitivo

Na reunião mensal da ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), o presidente da instituição Cledorvino Belini, apresentou os números relativos ao mês de janeiro de 2011 e também falou sobre a competitividade que o setor espera alcançar.

Em relação aos números, o mês de janeiro é sempre o mais fraco do ano, todos os anos, e isso não significa crise, mas por ser um período de férias e as pessoas deixarem muito para o mês de fevereiro ou depois do carnaval, uma compra importante como a de um carro. Por isso, em relação a dezembro de 2010, houve queda de 35,8%, ou seja, de 381,6 mil veículos para 244,6 mil em janeiro deste ano.

Se comparado ao mesmo mês de 2010, houve aumento de 14,8%, número que significa na prática 213,3 mil carros em 2010, contra 244,9 mil veículos no mesmo período deste ano. A balança comercial continua negativa, com 23,5 veículos importados, enquanto o país fez apenas 13,2 mil exportações. Neste janeiro de 2011, a balança está em 32 mil veículos exportados, com 58 mil unidades importadas chegando aqui, o nos deixa com -26 mil, número maior que em 2009, quando a balança ficou com -21.

É por esses número da balança comercial de importação/exportação que o presidente da associação tocou tanto no assunto de competitividade, já que nos últimos cinco anos houve uma maciça de veículos importados ao Brasil mudando o quadro dessa balança. Onde ele entende que todos os setores ligados ao automotivo precisam encontrar uma maneira de tornar o produto nacional mais competitivo e assim culminar em uma balança positiva, onde nós exportamos mais do que importamos.

Questionado também sobre uma possível participação do setor junto ao governo para incluir na alíquota de 7% os carros com motor acima de 1.0L, como os 1.4L e 1.6L, Belini foi categorico em dizer que não existe nenhum movimento em relação a isso no momento, já que fazendo isso, eles iriam também beneficiar os importados que chegam apenas com motor 1.6 pra cima e não apenas os fabricados aqui.

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