"Nossa cadeia de fornecimento tem base global e envolve o Japão, então temos que ficar alertas. Gastamos quase 8 bilhões de dólares por ano em diversos testes e equipamentos. Estamos tentando avaliar não só o quanto nossa cadeia de suprimentos envolve o Japão, mas também os níveis de nosso estoque para componentes importantes específicos", afirmou.
"Eu diria que dentro uma ou duas semanas saberemos melhor não só o que está acontecendo no Japão, mas também como estão nossos estoques mundiais."
Para Akerson, a economia dos Estados Unidos está passando por uma recuperação razoável, e a economia global, especialmente a japonesa, estava muito bem antes do terremoto. A Ásia está bem, sendo a mais dinâmica das regiões mundiais, enquanto a Europa aparenta estar estagnada.
O executivo veio ao Brasil para anunciar um terceiro turno na fábrica de veículos da GM em São Caetano do Sul, região metropolitana de São Paulo.
O terceiro turno envolverá a contração de até 1.500 empregados, e com isso a capacidade de produção será ampliada de 200 mil veículos por ano para 250 mil.
A GM pretende produzir na unidade quatro veículos "totalmente novos", disse o presidente para GM na América do Sul, Jaime Ardila, sem revelar que tipos de modelos a fabricante pretende produzir na unidade.
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