Na quinta-feira, 6, a companhia reuniu a imprensa sul-americana em São Paulo para mostrar seu desempenho na região. Além de Ardila estiveram presentes os presidente da GM brasileira, Grace Lieblein, da Argentina, Paraguai e Uruguai, Sérgio Rocha, da Colômbia, Santiago Chamorro, do Equador, Fernando Agudelo, e da Venezuela, Carlos Martorelli.
Argentina, Chile e Colômbia puxam o crescimento da América do Sul, com alta de 20% nas vendas na comparação com o ano passado. No Brasil, maior mercado sul-americano, o crescimento não deve passar de 5%.
O objetivo da GM é manter participação de mercado de 19% a 20% na região nos próximos anos. A empresa é líder em vendas no Chile, Colômbia, Equador, Uruguai e Venezuela e vice-líder na Argentina. No Brasil calcula vender 670 mil unidades neste ano, garantindo a terceira posição do mercado.
Segundo Ardila a América do Sul deverá apresentar crescimento moderado em 2012, reflexo do desempenho acelerado dos últimos anos – sem relações com o cenário econômico global à frente. "É um ajuste. A crise preocupa, sim, mas acho pouco provável que afete a região. O setor financeiro de todos os países está bem posicionado e há espaço para os governos intervirem, seja injetando dinheiro para financiamentos ou via ajustes fiscais".
Após, Ardila acredita em crescimento médio de 5% nas vendas sul-americanas até 2016, quando o mercado superará 7 milhões de unidades, das quais 1,4 milhão GM. "De 2011 a 2012 serão quarenta lançamentos na região e investimentos de US$ 4 bilhões em nossas fábricas".
Além das quatro unidades brasileiras – Mogi das Cruzes, São Caetano do Sul, São José dos Campos, todas no Interior paulista, e Gravataí, RS – a GM possui unidades produtivas na Argentina, Colômbia, Equador e Venezuela, sendo os três últimos responsáveis apenas por montagem de veículos. No Chile, Paraguai, Peru e Uruguai a empresa atua por meio de importações, sendo baixo o volume recebido do Brasil – a falta de competitividade tirou as fábricas locais do jogo.
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