Embora 2012 comece morno, com encomendas em baixa, especialmente no segmento de veículos comerciais, ele prevê um aquecimento a partir do segundo trimestre. "O melhor virá em 2013, depois dos ajustes nas regras para o conteúdo local de autopeças na fabricação de veículos e correspondente tributação do IPI", disse.
O dirigente explicou a Automotive Business, pouco antes do jantar de gala, que há novos entendimentos com a Argentina visando à definição de critérios para cálculo do conteúdo regional de autopeças em sistemas automotivos para trocas no âmbito do Mercosul. Atualmente o índice exigido dentro do regime de livre comércio é de 60%, mas o Sindipeças admite que há enormes dificuldades para o controle e fiscalização desse índice.
Butori admitiu que o governo deve aguardar momento adequado para divulgar novas regras relativas ao regime automotivo, que eram esperadas para 15 de dezembro. Na segunda-feira, em encontro de empresários no Hotel Emiliano, em São Paulo, ele ouviu de representantes do governo, entre os quais o ministro Fernando Pimentel, que há determinação em buscar fórmulas para incentivar a produção local de autopeças, enquanto avançam os esforços para estímulo à competitividade da indústria automobilística.
O Sindipeças agendou evento sobre inovação no primeiro trimestre de 2012, em sintonia com as esperadas iniciativas do governo na promoção do desenvolvimento tecnológico na indústria automobilística. "As coisas começam a acontecer. O Ministério da Ciência e Tecnologia anuncia estímulos importantes à formação de pessoal, com a concessão de cinco mil bolsas de estudos no exterior. Deve ocorrer, também, o repatriamento de pesquisadores brasileiros que atuam em outros países", observou Butori
O dirigente afirmou haver expectativa para ingresso de volumes expressivos de recursos financeiros no mercado brasileiro em 2012, que podem se traduzir em investimentos, apesar das dificuldades enfrentadas pela economia internacional, a partir da zona do euro. Embora os bancos europeus tenham problemas de liquidez, acontece o contrário com empresas do segmento de manufatura automotiva, que estão capitalizadas e interessadas em oportunidades no atrativo mercado brasileiro.
Automotive Business calcula que há R$ 64 bilhões em aportes até2015 já anunciados por fabricantes de veículos e autopeças. O governo está confiante na efetivação dessas aplicações, destinadas a novas fábricas e veículos e negocia alguma flexibilização nas regras de conteúdo local, estipulado em 65% pelo Decreto 7567 para dispensa do pagamento de 30 pontos extras no IPI de veículos. Os importadores filiados à Abeiva pedem a implantação de um sistemas de quotas para evitar a imposição do imposto adicional, enquanto os newcomers da indústria automobilística negociam com o Ministério da Indústria e Comércio, em contrapartida aos investimentos realizados, flexibilidade na importação de veículos até que suas fábricas entrem em operação.
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