De acordo com a análise setorial da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), uma das explicações é a dificuldade imposta pelo governo para a concessão de créditos e a criação de barreiras para o financiamento de veículos a longo prazo sem entrada, o que acabou restringindo as vendas de carros dos segmentos mais acessíveis, onde a oferta de motores flex é maior. Os modelos até 1.0 litro tiveram queda de 13% em 2011 e passaram a representar 45,2% do mercado, enquanto a faixa entre 1.0 e 2.0 litros teve alta de quase 9% (53,2% de participação) e os carros acima de 2.0 litros embalaram crescimento de 12% (1,5% do total).
Outro ponto indiscutível para a formação deste novo cenário foi o aumento da participação dos veículos importados em 2011, ao ponto de desencadear o aumento do IPI para carros produzidos fora do Brasil. No ano passado, 23,6% dos veículos emplacados por aqui chegaram de outros países. Apesar dos modelos oriundos de países como Argentina e México já chegarem, em sua maioria, com motorização flex, os carros de mercados asiáticos, como os coreanos e chineses, ainda estão aderindo lentamente à tecnologia bicombustível.
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