No fim da tarde da sexta-feira, 3, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que presenciou a ligação telefônica, afirmou que representantes mexicanos deverão desembarcar em breve no País para dar início à primeira rodada de negociações. Ao lado da presidente durante a conversa estava também o ministro das Relações Exteriores.
O ministro afirmou que o Brasil defende a ampliação do acordo, restrito a veículos de passeio, para caminhões, ônibus e utilitários, além do aumento do nível de conteúdo regional mínimo exigido na produção dos veículos em ambos os países. A mudança, defendeu o titular da pasta, equilibraria o saldo, hoje amplamente negativo para o Brasil.
"O acordo é desequilibrado, mas há um enorme interesse do México em mantê-lo", afirmou o titular do MDIC ao Blog do Planalto, veículo de comunicação oficial da Presidência da República.
Para o ministro das Relações Exteriores "houve a reafirmação de engajamento de uma relação muito próxima, política e econômica, entre os dois países".
O titular do MDIC afirmou a jornalistas em Brasília, DF, que em nenhum momento o Brasil propôs o rompimento do acordo automotivo bilateral Brasil-México. Segundo o ministro há uma cláusula de saída nos termos hoje em vigor, válida para qualquer um dos lados. "Estudamos como uma possibilidade fazer uso desta cláusula, mas nunca existiu rompimento do acordo. Isso não se coloca."
Segundo os representantes do governo a expectativa é a de que as negociações evoluam rapidamente, fechando-se os novos termos possivelmente em março.
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