A barreira do governo contra os veículos importados de países com os quais a Argentina não possui acordo comercial bilateral visa reduzir a participação dos modelos importados no mercado local, que subiu de 58% para 62% no ano passado, gerando impacto negativo na balança comercial. O governo quer reduzir em 20% as compras externas para equilibrar esse índice.
Embora afete também a outras importadoras, como Subaru, Honda, Mitsubishi, Kia, Chrysler, Volvo, Jaguar e Land Rover, são os alemães que tomaram a dianteira na negociação com o governo. Mercedes-Benz e BMW, que cogita erguer uma fábrica de motocicletas no País, sentaram-se à mesa com representantes governamentais durante a última semana. Já a Volkswagen agendou reunião para os próximos dias.
Ainda não há previsão de quando os veículos serão liberados. Segundo o jornal La Nacion, o governo quer, antes, que as próprias empresas apresentem plano para equilibrar a balança comercial de veículos na Argentina.
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