Por aqui, o imposto reduzido incentiva o segmento e patrocina aberrações.
"Seria melhor tributar pela potência, e não pela cilindrada", opina Marcelo Alves, professor de engenharia mecânica da Escola Politécnica da USP. Para ele, motor 1.0 é como jabuticaba: "Não tem em outro lugar do mundo".
Para Alves, isso encarece o desenvolvimento pela indústria e limita as exportações.
"Mas o consumidor está buscando carros com melhor desempenho e mais equipamentos. Assim, os "populares" tendem a virar carro de nicho em poucos anos", diz.
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