Com um déficit comercial que deve superar os US$ 4 bilhões neste ano, o segmento de autopeças enfrenta problemas com o câmbio – o real mais valorizado incentiva as importações – e com a concorrência de países com a China. "Lidar com a pirataria em um cenário como este, no qual todos os elementos são dificultadores, é complicado", diz o diretor.
Segundo Bento, a maioria dos consumidores que opta por peças pirateadas desconhece a procedência dos produtos e só o faz por uma questão de economia. Por isso, para inibir o fenômeno da pirataria, a partir deste mês, o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial) passa a exigir dos fabricantes de catalisadores automotivos, nacionais e importados, o selo de qualidade. Os vidros também foram certificados e as rodas de aço e alumínio já tiveram suas normas de conformidade aprovadas em novembro do ano passado – os fabricantes tem 12 meses para se adaptar as novas normas.
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