F GUIAUTO: Akerson, CEO GM: Brasil é de importância vital e estratégica.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Akerson, CEO GM: Brasil é de importância vital e estratégica.

Na General Motors Company Dan Akerson representa os interesses do governo dos Estados Unidos na posição de presidente e CEO. Com origem profissional no mundo financeiro e sem vivência anterior no automotivo, fala a linguagem que interessa ao acionista: fazer dinheiro. E a companhia realmente já volta a fazer dinheiro, contou o executivo a jornalistas brasileiros na terça-feira, 10, no Cobo Hall, onde acontece o Salão de Detroit, e afasta de si nuvens escuras.

Tipo: sai de débito de US$ 4 bilhões em setembro de 2010 para caixa de US$ 38 bilhões um ano depois.
Akerson contou, também, que hoje cerca de 35% das vendas globais da empresa são gerados na sede, os Estados Unidos, e o restante é bem impulsionado pelos Brics. No caso do Brasil, "ocupa a posição de nosso terceiro maior mercado e é de importância vital, estratégica para nossos negócios".

"Nessas regiões, consideradas estratégicas e onde vive metade da população do mundo, temos feito grandes esforços. No Brasil, é um esforço duplo: na renovação da linha de produtos e na equalização de nossa capacidade produtiva, com investimentos."

Uma coisa Akerson parece ter assimilado com rapidez, que é a importância de uma construtora de veículos dispor de linha de produtos competitivos nos mercados em que atua. Ou seja: para a felicidade dos profissionais puro-sangue da GM seus conceitos mercadológicos aparentemente não combatem a necessidade de fazer dinheiro. Ao contrário: são linha auxiliar preponderante do caixa. Pois houve instantes em que os executivos remanescentes da antiga ordem temeram pelo futuro dos produtos.

"Teremos sempre novos produtos e estamos felizes com isto. Não dispomos, ainda, dos números do quarto trimestre do ano passado, mas nos primeiros nove meses ganhamos US$ 1,2 bilhão antes dos impostos, incremento de 0,8 ponto porcentual, o que é resultado muito importante para nós. Esperamos fechar os números com US$ 150 bilhões em vendas."

Diante de tantos esforços outro tipo de resultado é visível: a companhia recuperou, em 2011, a posição de maior construtora de veículos do mundo, que esteve nos últimos dois anos em mãos Toyota.

Jaime Ardila, braço direito de Akerson na América do Sul, discursa em linha com o raciocínio. Lembra que o Brasil viverá ano intenso de lançamentos – sete produtos com bela perspectiva de rentabilidade. O executivo relembrou ainda o projeto de um novo subcompacto local, que revelara em novembro.

Releia a matéria GM planeja modelo subcompacto para a América do Sul, abaixo, na seção mercado.
Também esteve presente à entrevista Grace Lieblein, presidente da GM do Brasil.

Anfavea – Fonte da General Motors confirmou, em Detroit, que seu diretor de assuntos governamentais e atual primeiro vice-presidente da Anfavea, Luiz Moan Yabiku Jr., será candidato à sucessão de Cledorvino Belini, da Fiat, na presidência da Anfavea.

A confirmação decorre de interpretação, feita em certos círculos, de que a nomeação de Marcos Munhoz para a vice-presidência da empresa poderia, eventualmente, alterar os planos iniciais. No caso a tradição indica que o primeiro vice de uma gestão sempre será o presidente da entidade na seguinte.
  



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