"O segmento A, de entrada, terá o maior crescimento na região nos próximos anos. Isso explica os recentes anúncios de fábricas da concorrência [Fiat em Pernambuco e VW em local a definir]. Podem ter certeza que a GM trabalha no assunto."
Nova fábrica não está descartada para a produção do modelo, embora Ardila tenha ressaltado que as unidades atuais da GM têm condições de receber o projeto – especialmente Gravataí, RS, que tem em seu DNA a produção de modelos pequenos. O executivo garantiu que este modelo não será o Spark, compacto Chevrolet para mercados globais, especialmente os emergentes. "Primeiro vamos finalizar nosso ciclo atual de investimentos. Os novos produtos estão chegando agora ao mercado, como o Cruze e o Cobalt, e no ano que vem teremos muitas novidades. Resta ainda US$ 1 bilhão para investir em 2012."
Ardila mostrou panorama da indústria da América do Sul até 2015, ano em que o mercado total na região, que no ano passado superou pela primeira vez a faixa de cinco milhões de unidades, deverá responder por sete milhões – a GM, líder, entregou 1 milhão de veículos em 2010 e projeta 1,4 milhão para 2015. Ano que vem, no entanto, deverá ser de transição, com crescimento na casa de 1%, por influência das incertezas das economias europeias e estadunidense. "Depois o mercado crescerá na casa de 5% ao ano."
O motor do crescimento será o chamado, pelo executivo, segmento A, que hoje representa apenas 3% das vendas. Segundo Ardila 11% das vendas do mercado sul-americano em 2015 serão de modelos subcompactos bem equipados. O presidente da GM América do Sul citou como exemplo atual no mercado o Kia Picanto, modelo pequeno, com itens de segurança e conveniência de série a preço competitivo.
"O consumidor quer bluetooth, mp3, internet e GPS em seus automóveis. Busca também mais segurança, com air bags e freios ABS, além de sistemas de propulsão e materiais alternativos, pela consciência ecológica. O desafio é agregar tudo isso aos veículos sem aumentar o preço, pois o tamanho do mercado atrai novos competidores e acirra a disputa."
O executivo deu recado aos concessionários, justamente a maioria da platéia presente ao Congresso: as margens ficarão cada vez mais apertadas e "o ganho será no volume".
Com relação às vendas diretas, que nos últimos anos representavam cerca de 20% do mercado e neste ano superam os 30%, Ardila sugeriu um acordo dos associados da Anfavea para brecar este movimento. "Nós diminuímos nossas vendas diretas. Tanto assim que a Chevrolet é a líder em vendas no varejo."
N.R.: Matéria publicada no final de novembro, confirmando a vinda de subcompactos para o Brasil.
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