F GUIAUTO: Chevrolet Omega um classico que voltou com tudo!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Chevrolet Omega um classico que voltou com tudo!

A evolução dos sedãs grandes chegou em agosto de 1992 quando a General Motors do Brasil resolveu apostar suas fichas num modelo que tivesse todos os atributos do já consagrado e líder de vendas Opala. O motivo? Enfrentar a concorrência dos importados. Este novo carro deveria seguir o mesmo sucesso do modelo que o antecedeu. Uma mecânica robusta, espaço suficiente para que cinco ocupantes viajassem com conforto e um belo desenho na carroceria. Com estes ingredientes a GM colocava no mercado o Omega, um veículo que tinha todos os requisitos para enfrentar a forte concorrência dos importados, graças à liberação da reabertura para o comércio de carros estrangeiros.
O sedã da GM foi lançado inicialmente nas versões GLS e a topo de linha CD (Confort Diamond). A GLS já vinha bem recheada contando com freios ABS, teto solar, computador de bordo como opcionais. Já a CD contava com os mesmos equipamentos da GLS, além de transmissão automática, piloto automático, painel digital de cristal líquido, toca-CDs, dupla regulagem de apoio lombar, bancos com revestimento em couro, ajuste elétrico dos faróis e porta-luva refrigerado, muito útil para manter alimentos e bebidas em temperatura ambiente.
Imponente, graças aos seus 4, 74 metros de comprimento, 1, 76 metro de largura e 1, 41 metro de altura, o Omega tinha ares de carro importado, principalmente os americanos. Só por curiosidade, nos Estados Unidos, o modelo é considerado como um sedã médio-grande enquanto no Brasil sedã grande. Com um espaço de sobra, mesmo para quem vai atrás, levando em consideração seus 2, 73 metros de entre-eixos, o Omega superava em conforto fazendo com que longas viagens se tornasse um prazer a seus ocupantes digno de primeira classe.
No conjunto mecânico, o motor da GLS, um 2, 0 litros era o mesmo empregado no Monza, porém a posição era longitudinal e a injeção utilizada era a Motronic em vez da Bosch LE-Jetronic. A potência ficava em 116cv a 5200rpm com torque de 17,3Kgfm a 2800rpm na versão a gasolina e 130cv a 5400rpm na movida a álcool e torque de 18,6Kgfm a 4000rpm.
Por fora, o Omega impunha muito status, principalmente a versão mais completa que contava com a grade do radiador cromada, espelhos e pára-choques parcialmente pintados na cor da carroceria, faróis auxiliares, teto solar, além das exclusivas rodas raiadas de 15 polegadas.
Suprema
Em abril de 1993 foi a vez da versão perua do Omega chegar ao mercado nacional. Batizada de Suprema, o carro agradava pelo espaçoso porta-malas de 540 litros, sendo que com o banco rebatido estas medidas pulavam para 1.850 litros.
A suspensão possuía um sistema pneumático o qual funcionava por bomba auxiliar que mesmo com o porta-malas carregado mantinha o mesmo nivelamento da carroceria, favorecendo o conforto.
O desenho da traseira, de traços retos, criava uma certa harmonia com o resto do conjunto, além de favorecer na visibilidade, sobretudo nas manobras em vagas apertadas. Assim como o Omega, a Suprema também estava disponível tanto na versão GLS e CD.
Em 1994, a GM lançava a espartana versão GL, idealizada para atender a frota de taxistas e empresas em geral. A mecânica era a mesma da intermediária GLS, porém o acabamento denotava uma certa simplicidade. Não dispunha de rodas de alumínio e frisos cromados nos pára-choques. Internamente o acabamento demonstrava um certo esquecimento nos detalhes como, por exemplo, a ausência de um relógio digital, conta-giros e um acabamento mais caprichado no forro das portas.
1995: o Omega ganha fôlego e pequenas mudanças no estilo
Um ano depois, a linha Omega passava a contar com algumas mudanças mecânicas. Agora a opção ficava por conta do motor de 2,2 (uma evolução do antigo 2,0 graças ao aumento no curso dos pistões de 86 para 94,6 mm), além da topo de linha 4,1 litros, que substituía a de 3,0 litros. Na verdade era o ressurgimento do famoso 4.1/S do Opala, porém com algumas atualizações nos sistemas de alimentação e injeção. Na prática os três cavalos a mais na nova versão – 168cv ante os 165cv – não renderam em agilidade. Já em torque o resultado era satisfatório com o aumento para 29,1Kgfm a partir das 3500rpm (o antigo tinha 23,4Kgfm a 4200rpm). Na Europa, o motor 3,0 litros de seis cilindros em linha era substituído por um V6 de mesma cilindrada.
Esteticamente, as diferenças eram sutis. Na GLS, na traseira o friso que encobria a placa de licença se estendia até as extremidades das lanternas. Fora isso, novas cores passavam a fazer parte da linha 1995. Na CD, lanternas fumê, retrovisor interno fotocrômico (impede a incidência de luz evitando assim o ofuscamento na visão do motorista), novas rodas, um sutil spoiler fixado na tampa do porta-malas, além de apliques imitando madeira no console e nas portas eram as mudanças mais significativas.
Em 1998, o Omega deixava de ser fabricado deixando uma legião de fãs por todo o Brasil.

A boa Notícia

O Chevrolet Omega volta ao mercado brasileiro depois de alguns meses desaparecido. Agora ele é chamado de Omega Fittipaldi, pois o piloto foi escolhido para apresentar o sedã de luxo. O preço da novidade é de 128.000 reais.

Uma boa novidade que o Omega tem é que agora seu motor 3.6 V6 tem injeção direta, ganando potência e batendo nos 292 cavalos.

Algumas Fotos:



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