Ardila acredita que os fornecedores precisarão investir não só para atender a nova exigência oficial, mas também para acompanhar o crescimento da própria indústria automotiva nacional. Sua expectativa é que a demanda por peças e componentes produzidos aqui aumente com os 65% de conteúdo local exigidos.
Com relação especificamente à GM o presidente garante que a maior parte de seus produtos atinge o mínimo necessário. O recém-lançado Cruze é exceção: o conteúdo dele está na casa de 50%, mas deverá chegar aos 65% exigidos em menos de dois anos, garante.
Para a estratégia da empresa nada mudou com a decisão: Ardila garante que os planos da companhia sempre foram de produzir localmente.
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